Realmente, eles brigam mito mas se protegem e são cumplices o tempo todo também.
Outro dia eu fiquei bravo com o Julio e escovei o dente dele na marra e ele chorou. Não é nenhuma novidade essa cena. Mas foi interessante que depois disso o Chico falou pra mim com a cara bem amarrad que o que eu fiz foi errado e que eu não tinha respeitado o Julio (exatamente com essas palavras).
Ele tem razão. Infelizmente, eu que não fui maduro o suficiente para reconhecer que estava errado e dar razão a ele. Dei uma resposta que não faz muito sentido de que o Julio tem que aprender a me obedecer. Bom, deu pra ver na hora que a resposta não convenceu e o Chico continuou bravo comigo. Ainda bem que eles relevam essas coisas rápido.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Faz alguns dias o Chico nos perguntou na hora da janta se todo mundo morre. Confesso que "dei a letra" quando ele perguntou porque o Vinícius de Moraes era velho, ao ver uma foto. Eu expliquei que acontece com todo mundo: nasce, cresce, envelhece e morre. Daí ele perguntou se todos morrem, se ele vai morrer, se o papai vai morrer, se a vovó vai morrer...
Dias depois, indo pro parque, tocou no assunto novamente. Perguntou se quando ele, o papai, a titia, não sei quem e não sei quem morrer, a outra vovó vai morrer também. Então eu disse que cada um tem a sua hora.
Lembrei de quando me dei conta que as pessoas morrem, por volta dos quatro anos. Foi quando minha bisa se foi. Naquela ocasião eu entendi que um dia a minha mãe e a minha irmã morreriam também. Fiquei desamparada com a ideia e até hoje não sei se foi assim ou se criei isso, mas lembro de entrar no guarda-roupa e lá ficar chorando, chorando.
As crianças crescem. O tempo de recém nascido parece infinito nas poucas semanas em que dura, depois é difícil imaginar o bebê crescendo, mas você pisca e logo tem um menino correndo pela casa, perguntando mil por quês. Dois meninos, então! Crescem muito mais. Meus pequenos estão lindos de ver, Chico pergunta no almoço se o Julio gosta de batata doce, e o Ju responde cúmplice que não. Eles tem acordos de irmãos, eles se engalfinham por causa de um pedaço qualquer de plástico em forma de brinquedo, mas se agarram e se protegem. Deles brota uma luz que ilumina tudo ao redor. Precisa só sensibilidade pra ver.
Dias depois, indo pro parque, tocou no assunto novamente. Perguntou se quando ele, o papai, a titia, não sei quem e não sei quem morrer, a outra vovó vai morrer também. Então eu disse que cada um tem a sua hora.
Lembrei de quando me dei conta que as pessoas morrem, por volta dos quatro anos. Foi quando minha bisa se foi. Naquela ocasião eu entendi que um dia a minha mãe e a minha irmã morreriam também. Fiquei desamparada com a ideia e até hoje não sei se foi assim ou se criei isso, mas lembro de entrar no guarda-roupa e lá ficar chorando, chorando.
As crianças crescem. O tempo de recém nascido parece infinito nas poucas semanas em que dura, depois é difícil imaginar o bebê crescendo, mas você pisca e logo tem um menino correndo pela casa, perguntando mil por quês. Dois meninos, então! Crescem muito mais. Meus pequenos estão lindos de ver, Chico pergunta no almoço se o Julio gosta de batata doce, e o Ju responde cúmplice que não. Eles tem acordos de irmãos, eles se engalfinham por causa de um pedaço qualquer de plástico em forma de brinquedo, mas se agarram e se protegem. Deles brota uma luz que ilumina tudo ao redor. Precisa só sensibilidade pra ver.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Hoje o Chico caiu da cama.
Segunda noite do Julio febril, dormindo comigo na minha cama. Chico resolveu se juntar a nós. Na noite anterior foi a mesma coisa.
No meio da madruga acordo com um baque, depois um choro. Ai, ai. Depois disso ele preferiu dormir na própria cama. O Julio nem viu nada.
Hoje cedo o Chico foi me acordar e pedir leite. Eu fiquei enrolando, aproveitando que o Ju não tinha acordado (porque ele já vai logo me arrastando pra fora da cama) e cochilei. Acordei novamente com uns ruídos que não consegui identificar, o Ju também. Quando levantei, encontrei o Chico brincando lindamente com o forte Apache, tranquilo e seguro. Foi uma cena linda de ver.
Mais tarde recebemos a visita da Dinha e do Adalbs, foi ótimo!
Segunda noite do Julio febril, dormindo comigo na minha cama. Chico resolveu se juntar a nós. Na noite anterior foi a mesma coisa.
No meio da madruga acordo com um baque, depois um choro. Ai, ai. Depois disso ele preferiu dormir na própria cama. O Julio nem viu nada.
Hoje cedo o Chico foi me acordar e pedir leite. Eu fiquei enrolando, aproveitando que o Ju não tinha acordado (porque ele já vai logo me arrastando pra fora da cama) e cochilei. Acordei novamente com uns ruídos que não consegui identificar, o Ju também. Quando levantei, encontrei o Chico brincando lindamente com o forte Apache, tranquilo e seguro. Foi uma cena linda de ver.
Mais tarde recebemos a visita da Dinha e do Adalbs, foi ótimo!
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Totalmente in love com meus filhotinhos!
Agora eles estão descobrindo o prazer de brincar juntos, estão brigando cada vez menos.
Todos os dias penso em vir escrever e registrar coisinhas como a primeira vez que o Julio falou "manão" ou que "aprendeu" a falar meu nome, ou que o Chico fez a declaração de amor mais apaixonada outro dia dizendo como eu estava linda como uma princesa e que eu sempre era muito fofa.
Maurício em Brasília trabalhando, vai ficar um mês. Vamos pra lá logo mais na minha primeira viagem sola com os meninos!
E agora fotos pra registrar como eles estão lindo mesmo:
Agora eles estão descobrindo o prazer de brincar juntos, estão brigando cada vez menos.
Todos os dias penso em vir escrever e registrar coisinhas como a primeira vez que o Julio falou "manão" ou que "aprendeu" a falar meu nome, ou que o Chico fez a declaração de amor mais apaixonada outro dia dizendo como eu estava linda como uma princesa e que eu sempre era muito fofa.
Maurício em Brasília trabalhando, vai ficar um mês. Vamos pra lá logo mais na minha primeira viagem sola com os meninos!
E agora fotos pra registrar como eles estão lindo mesmo:
quarta-feira, 10 de julho de 2013
amor demais pelos meus filhos lindos!
to ensaiando pra voltar com tudo pra esse blog!
anotar aqui o que se passa na vida das crias, teorizar ou só curtir.
logo o Ju deixará de vez de ser um bebê e eu to me sentindo estranha em relação à isso, sinto vontade de apertar ele muito pra tentar capturar essa essência.
o Chico já é um menino, fala coisas surpreendentes, é cheio de vida e personalidade. os dois são.
logo eu volto!
to ensaiando pra voltar com tudo pra esse blog!
anotar aqui o que se passa na vida das crias, teorizar ou só curtir.
logo o Ju deixará de vez de ser um bebê e eu to me sentindo estranha em relação à isso, sinto vontade de apertar ele muito pra tentar capturar essa essência.
o Chico já é um menino, fala coisas surpreendentes, é cheio de vida e personalidade. os dois são.
logo eu volto!
domingo, 5 de maio de 2013
domingo, 10 de março de 2013
A garagem de casa já não é mais um problema! Tenho saído bastante dirigindo com o Ma de co-piloto e fico tranquila. Mas agora cruzei uma linha que não havia cruzado ainda, desde ontem o Ma viajou e quem fez tudo com as crianças fui eu :)
Sentimento muito bom esse, to retomando a coragem e a ousadia necessárias pra não deixar me abater com qualquer buzina.
Ontem fomos ao teatro lá no shopping eldorado pra ver "A história do incrível peixe-orelha". Do que eu consegui prestar atenção, achei muito boa, com direção de arte interessante e bons atores. Mas o Ju não parou muito quieto e eu acabei não me concentrando tanto.
Fui dirigindo até lá com o André e a Verô indicando o caminho. Foi fofo que durante o passeio o Ju pediu colo pra titia e depois pro titio.
O Chico ficou bem atento e gostou das músicas da peça. Depois voltamos debaixo de chuva, mas nada tão punk quanto a chuva que tomamos, Maurício e eu, na sexta. Minha primeira vez dirigindo com tanta água, vento e até granizo. Sinto-me batizada agora, mas dispenso qualquer ameaça de enchente, sozinha ou acompanhada. Não importa. Fiquei com bastante medo da água subir além do motor do carro e ficarmos presos.
Bom, estamos enfrentando um período de tosses e saúde frágil. O Chico teve uma suspeita de pneumonia, que foi descartada, mas que nos mantém de olho em seu estado de saúde. Pior é que o tadinho sente minha preocupação e fica preocupado também. "Mamãe, eu já melhorei? Quero brincar com um montão de brinquedos".
E estamos (ou eu estou) atravessando um momento de incertezas quanto à estratégia educacional que utilizamos aqui em casa. Acho que o Chico tá meio aflito com a coisa de ter que dividir tudo com o irmão, e o Ju está cada vez mais empenhado em participar das brincadeiras.
Dias marcados por primeiras vezes boas e outras nem tanto: numa disputa pra ligar e desligar a tv, o Chico levou a pior. O Ju deu uma mordida no braço do irmão, e aí foi um chororô pra todo lado. Foi muito chato, morro de medo que meus filhos tenham esse hábito mala de morder o outro. Falei com o Ju igual teria feito com o Chico, que ele não pode fazer isso e que tinha que pedir desculpas pro Chico. Como o Ju só fala papai e mamãe com todas as letras, fica um pouco complicado, mas com um gesto com a cabeça e um beijinho do Ju no local da mordida deu tudo certo.
Pra tentar individualizar mais meus meninos, hoje a fada do presente (ou sei lá o que falei na hora) deixou um caminhão pra cada aqui na sala. Quando eles acordaram, deram de cara com as caixas. O Chico já brincou muito com o do Ju, mas ainda não emprestou pro irmão. Mas é um processo lento e tenho que lembrar de manter a calma e a paciência e não tentar bancar uma justiceira.
Mas o mais legal do dia mesmo foi conseguir tirar os dois pimpolhos desmaiados de sono de dentro do carro e colocar cada um na sua cama, tudo sozinha e com uma sacola cheia de comida e roupas. Foi muito jóia, me senti apta a fazer qualquer coisa com meus filhos!
Conquistando um dia de cada vez, ficando menos medrosa a cada dia que passa.
:)
Sentimento muito bom esse, to retomando a coragem e a ousadia necessárias pra não deixar me abater com qualquer buzina.
Ontem fomos ao teatro lá no shopping eldorado pra ver "A história do incrível peixe-orelha". Do que eu consegui prestar atenção, achei muito boa, com direção de arte interessante e bons atores. Mas o Ju não parou muito quieto e eu acabei não me concentrando tanto.
Fui dirigindo até lá com o André e a Verô indicando o caminho. Foi fofo que durante o passeio o Ju pediu colo pra titia e depois pro titio.
O Chico ficou bem atento e gostou das músicas da peça. Depois voltamos debaixo de chuva, mas nada tão punk quanto a chuva que tomamos, Maurício e eu, na sexta. Minha primeira vez dirigindo com tanta água, vento e até granizo. Sinto-me batizada agora, mas dispenso qualquer ameaça de enchente, sozinha ou acompanhada. Não importa. Fiquei com bastante medo da água subir além do motor do carro e ficarmos presos.
Bom, estamos enfrentando um período de tosses e saúde frágil. O Chico teve uma suspeita de pneumonia, que foi descartada, mas que nos mantém de olho em seu estado de saúde. Pior é que o tadinho sente minha preocupação e fica preocupado também. "Mamãe, eu já melhorei? Quero brincar com um montão de brinquedos".
E estamos (ou eu estou) atravessando um momento de incertezas quanto à estratégia educacional que utilizamos aqui em casa. Acho que o Chico tá meio aflito com a coisa de ter que dividir tudo com o irmão, e o Ju está cada vez mais empenhado em participar das brincadeiras.
Dias marcados por primeiras vezes boas e outras nem tanto: numa disputa pra ligar e desligar a tv, o Chico levou a pior. O Ju deu uma mordida no braço do irmão, e aí foi um chororô pra todo lado. Foi muito chato, morro de medo que meus filhos tenham esse hábito mala de morder o outro. Falei com o Ju igual teria feito com o Chico, que ele não pode fazer isso e que tinha que pedir desculpas pro Chico. Como o Ju só fala papai e mamãe com todas as letras, fica um pouco complicado, mas com um gesto com a cabeça e um beijinho do Ju no local da mordida deu tudo certo.
Pra tentar individualizar mais meus meninos, hoje a fada do presente (ou sei lá o que falei na hora) deixou um caminhão pra cada aqui na sala. Quando eles acordaram, deram de cara com as caixas. O Chico já brincou muito com o do Ju, mas ainda não emprestou pro irmão. Mas é um processo lento e tenho que lembrar de manter a calma e a paciência e não tentar bancar uma justiceira.
Mas o mais legal do dia mesmo foi conseguir tirar os dois pimpolhos desmaiados de sono de dentro do carro e colocar cada um na sua cama, tudo sozinha e com uma sacola cheia de comida e roupas. Foi muito jóia, me senti apta a fazer qualquer coisa com meus filhos!
Conquistando um dia de cada vez, ficando menos medrosa a cada dia que passa.
:)
Marcadores:
ai ai ai,
chororô,
corujisses,
dentes,
dizer sem falar,
fofinho,
irmãozinho,
palavras,
passeio,
primeira vez,
soninho,
teatro
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)



























